...não faz verão!
Ditado popular... Mas hoje, está aqui no meu blog para homenagear as andorinhas que fazem o meu verão, as minhas amigas de todas as horas, minhas irmãs de alma...
Amores da minha vida, amigas para sempre, minhas BFF: feliz dia do amigo!!! Que nós possamos sempre estar juntas (mesmo não estando), e aprender com os nossos erros (e com os das outras) e que tenhamos sempre chocolate e brigadeiro por perto para os momentos de crise!
Amo vocês!
20 de julho de 2009
15 de julho de 2009
Medo de compromisso
A melhor parte de ser uma "neo-single" é ir para a balada com as amigas que também são "single" ou "neo-single". Junte três mulheres com vontade de fazer besteira e o que terá?! Diversão... MUITA diversão. Gargalhadas, cerveja, risadas, olhadas para alguns homens, foras em outros sem noção e afins.. O fim de semana perfeito!
No afã da curtição, me deparo com uma síndrome da "neo-single" moderna: o medo de compromisso. Doença que até então sempre foi atribuída a homens, o medo de compromisso tem contagiado cada vez mais mulheres. Seria isso uma inversão de papéis?
Numa balada, conhecemos inúmeras pessoas completamente diferentes de nós (ou não). Qual a probabilidade de você conhecer alguém que de fato valha à pena? Eu diria uma em um milhão. Mas e quando alguém acha que você é a pessoa que vale à pena? Dá medo, afinal das contas, você só foi para a balada com as amigas a fim de curtir!! Dá medo..
Uma mulher com medo de compromisso? Sim, por que não?! Medo, porque nós somos sensatas. Apesar de adorarmos a ideia de estar em um relacionamento, sabemos que ainda não é hora de nos envolvermos com alguém. Sabemos que essas coisas levam tempo, e que não adianta conhecer o homem mais fofo do mundo se não estamos preparadas para ele. Sabemos que não adianta querer comprometer o corpo quando o coração ainda quer ser solto (ou vice-versa). Medo de compromisso porque somos "neo-single" e precisamos de um tempo para explorar esse novo estado civil.
No afã da curtição, me deparo com uma síndrome da "neo-single" moderna: o medo de compromisso. Doença que até então sempre foi atribuída a homens, o medo de compromisso tem contagiado cada vez mais mulheres. Seria isso uma inversão de papéis?
Numa balada, conhecemos inúmeras pessoas completamente diferentes de nós (ou não). Qual a probabilidade de você conhecer alguém que de fato valha à pena? Eu diria uma em um milhão. Mas e quando alguém acha que você é a pessoa que vale à pena? Dá medo, afinal das contas, você só foi para a balada com as amigas a fim de curtir!! Dá medo..
Uma mulher com medo de compromisso? Sim, por que não?! Medo, porque nós somos sensatas. Apesar de adorarmos a ideia de estar em um relacionamento, sabemos que ainda não é hora de nos envolvermos com alguém. Sabemos que essas coisas levam tempo, e que não adianta conhecer o homem mais fofo do mundo se não estamos preparadas para ele. Sabemos que não adianta querer comprometer o corpo quando o coração ainda quer ser solto (ou vice-versa). Medo de compromisso porque somos "neo-single" e precisamos de um tempo para explorar esse novo estado civil.
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5 de julho de 2009
A culpa não é só deles!
Longe de mim querer defender os homens mas...
Eu acho que as maiores culpadas dos homens serem babacas e idiotas do jeito que são somos nós mesmas, as mulheres! Somos tão babacas e idiotas quanto eles, e o pior: eles sabem disso!
Ontem o garotão me mandou uma mensagem no celular.. Perguntou se eu não queria fugir do trabalho mais cedo com ele.. Fofo, né?! Pois é.. Mas eu na verdade queria fugir do trabalho mais cedo com o médico.. Resultado?! Não respondi ao garotão e mandei uma mensagem para o médico me encontrar no Tamboatá...
Cheguei no Tamboatá com as amigas, e fiquei na ansiedade só esperando o médico... E nada! Resultado? Fiquei sozinha na balada porque não quis quem me queria e para piorar a situação, em um momento master carente, acabei mandando uma mensagem para o meu hippie... *-*
Olha, eu vou ser bem sincera: não me arrependo! Fiz tudo exatamente como eu queria, mas o resultado não foi como eu esperava... Mas a culpa é minha, eu tenho que arcar com as consequências disso.. É por isso que eu destesto quando as minhas amigas me pegam de consciência. Eu não sou o tipo de pessoa que diz não quando na verdade é um SIM gigantesco. Eu faço o que eu quero, mesmo que eu pague de carente de vez em quando..
O meu médico foi um idiota comigo?! Foi! Porque ele me deu um bolo.. Mas eu também fui uma idiota com o meu garotão...
Eu acho que as maiores culpadas dos homens serem babacas e idiotas do jeito que são somos nós mesmas, as mulheres! Somos tão babacas e idiotas quanto eles, e o pior: eles sabem disso!
Ontem o garotão me mandou uma mensagem no celular.. Perguntou se eu não queria fugir do trabalho mais cedo com ele.. Fofo, né?! Pois é.. Mas eu na verdade queria fugir do trabalho mais cedo com o médico.. Resultado?! Não respondi ao garotão e mandei uma mensagem para o médico me encontrar no Tamboatá...
Cheguei no Tamboatá com as amigas, e fiquei na ansiedade só esperando o médico... E nada! Resultado? Fiquei sozinha na balada porque não quis quem me queria e para piorar a situação, em um momento master carente, acabei mandando uma mensagem para o meu hippie... *-*
Olha, eu vou ser bem sincera: não me arrependo! Fiz tudo exatamente como eu queria, mas o resultado não foi como eu esperava... Mas a culpa é minha, eu tenho que arcar com as consequências disso.. É por isso que eu destesto quando as minhas amigas me pegam de consciência. Eu não sou o tipo de pessoa que diz não quando na verdade é um SIM gigantesco. Eu faço o que eu quero, mesmo que eu pague de carente de vez em quando..
O meu médico foi um idiota comigo?! Foi! Porque ele me deu um bolo.. Mas eu também fui uma idiota com o meu garotão...
2 de julho de 2009
O *tom* do beijo
De tico-tico-no-fubá com dois caras ao mesmo tempo, é inevitável que comparações entre eles aconteçam. Mas ultimamente eu tenho pensado bastante sobre o tom do beijo. Como se acha o *tom* certo?
Um cara é um garotão no auge dos seus 20 aninhos (ah! eu e os garotões...), de quem eu já sou amiga há um tempo e que sempre rolou uma atração, mas nosso "timing" nunca tinha coincidido... Sagitariano. Cara calmo, com a cabeça no lugar. Não se deixa levar com facilidade.
O outro é um futuro médico, todo bom, de 25 anos e que malha há 6.. Escorpiano. Adora um desafio, sedutor por natureza. Eu o conheci em uma das muitas festas de medicina que eu tenho ido, mas como eu estava com outro cara... Uma amiga em comum passou meu msn para ele e ficamos conversando há um tempinho até finalmente acontecer alguma coisa...
Os dois têm pegada. Mas o tom do beijo é completamente diferente. E eu fiquei me perguntando por que isso acontece. Com um o beijo é carinhoso, delicado, fofo, mais calmo. Com o outro é voraz, com vontade.
O que define o tom do beijo? É a vontade? São as pessoas? É a intimidade? Acho que isso tudo conta. Mas o que fala mais alto é a pele, as faíscas.. Mas por enquanto eu só acho.. Tenho que fazer mais pesquisas para chegar a uma conclusão definitiva..
ha ha ha..
"The things you gotta do in the name of research..." - Carrie Bradshaw
Um cara é um garotão no auge dos seus 20 aninhos (ah! eu e os garotões...), de quem eu já sou amiga há um tempo e que sempre rolou uma atração, mas nosso "timing" nunca tinha coincidido... Sagitariano. Cara calmo, com a cabeça no lugar. Não se deixa levar com facilidade.
O outro é um futuro médico, todo bom, de 25 anos e que malha há 6.. Escorpiano. Adora um desafio, sedutor por natureza. Eu o conheci em uma das muitas festas de medicina que eu tenho ido, mas como eu estava com outro cara... Uma amiga em comum passou meu msn para ele e ficamos conversando há um tempinho até finalmente acontecer alguma coisa...
Os dois têm pegada. Mas o tom do beijo é completamente diferente. E eu fiquei me perguntando por que isso acontece. Com um o beijo é carinhoso, delicado, fofo, mais calmo. Com o outro é voraz, com vontade.
O que define o tom do beijo? É a vontade? São as pessoas? É a intimidade? Acho que isso tudo conta. Mas o que fala mais alto é a pele, as faíscas.. Mas por enquanto eu só acho.. Tenho que fazer mais pesquisas para chegar a uma conclusão definitiva..
ha ha ha..
"The things you gotta do in the name of research..." - Carrie Bradshaw
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17 de abril de 2009
12 de abril de 2009
O primeiro beijo a gente nunca esquece..
Recém saída de um relacionamento de três anos conheci um garotão de 18 aninhos todo bom... Daqueles que normalmente não se deixa passar, sabe? Cometi o pecado capital de falar do ex, logo de cara. Tudo bem, o garotão soube levar... Entendeu que o término era muito recente e por isso ainda doloroso... Bonito e compreensivo? Huuum...
Conversa vai, conversa vem, depois de muitas trocas de olhares maliciosas, a oportunidade: saímos sozinhos em uma bela noite quente e estrelada. Tensão e romantismo pairando no ar. E medo. Muito medo.
Caminhávamos pela rua e um silêncio constrangedor tomou conta de nós. Eu parei. O coração acelerado, aquele bom e velho friozinho na barriga... Ele parou. Os dois se encararam. Por um breve momento nos perguntamos quem daria o primeiro passo em direção ao outro. Tomei a dianteira e o chamei com o indicador. Um sorriso passou por seus lábios e segundos depois eles estavam pressionados contra os meus.
Um beijo desajeitado e tímido a princípio, que logo se tornou quente e voluptuoso. Um beijo de um garotão de 18 anos com a libido a flor da pele. Um beijo que estava sendo adiado há dias. Um beijo DELICIOSO.
É... O primeiro beijo depois de 3 anos, a gente nunca esquece...
Conversa vai, conversa vem, depois de muitas trocas de olhares maliciosas, a oportunidade: saímos sozinhos em uma bela noite quente e estrelada. Tensão e romantismo pairando no ar. E medo. Muito medo.
Caminhávamos pela rua e um silêncio constrangedor tomou conta de nós. Eu parei. O coração acelerado, aquele bom e velho friozinho na barriga... Ele parou. Os dois se encararam. Por um breve momento nos perguntamos quem daria o primeiro passo em direção ao outro. Tomei a dianteira e o chamei com o indicador. Um sorriso passou por seus lábios e segundos depois eles estavam pressionados contra os meus.
Um beijo desajeitado e tímido a princípio, que logo se tornou quente e voluptuoso. Um beijo de um garotão de 18 anos com a libido a flor da pele. Um beijo que estava sendo adiado há dias. Um beijo DELICIOSO.
É... O primeiro beijo depois de 3 anos, a gente nunca esquece...
9 de abril de 2009
Blog abandonado..
Oh! Pobre do meu blog.. Abandonado e às moscas...
Pobre diário que nem soube do meu término de namoro..
Pobre confidente que ainda está preso no ano passado..
Pobre diário que nem soube do meu término de namoro..
Pobre confidente que ainda está preso no ano passado..
24 de setembro de 2008
Sobrejulgamentos e afins...
Sei que o assunto que está bombando em tudo quanto é lugar é o novo acordo ortográfico da língua portuguesa que entra em vigor no Brasil a partie de janeiro de 2009. Sobre este assunto a única coisa que eu falo é: vou sentir falta do trema... =(
Enfim... Voltei a postar aqui inspirada por um episódio de Sex & The City... - Mais do que normal isso, né? - Dessa vez o escolhido foi o Episódio 70, ou o 4º da Quinta Temporada, que se chama "Cover Girl". Resumindo muito: Carrie pega a Samantha fazendo sexo oral em um entregador e a julga, por mais que ela diga que não.
E eu fiquei pensando: "quantas vezes não julgamos nossas amigas, mesmo sem querer?". Não acho que seja por mal, uma simples comparação já é um julgamento - ainda mais acompanhado daquela frase clássica "eu nunca faria isso!".
No entanto, também acho que é o tipo de coisa que não conseguimos evitar: vivemos em uma sociedade que nos obriga a fazer isso o tempo inteiro. Somos egocêntricos e etnocêntricos. Estamos acostumados a julgar e a discriminar as coisas que são diferentes das que estamos acostumados. Um exemplo? O clássico: as mulheres mulçumanas que só podem sair de casa com uma burca. O primeiro pensamento que nos vem a cabeçã é "Que absurdo! Isso é um crime contra os direitos humanos básicos!". Mas isso é assim para a nossa sociedade, cristã, ocidental. Para elas, estar usando aquela roupa é um motivo de orgulho, de respeito e de exibição da própria cultura. Mais o menos o mesmo para gente seria usar uma fantasia no Carnaval e desfilar na Sapucaí, sambando (!).
No fim das contas, é tudo uma questão de ponto de vista. E de julgamentos... Juro que depois de passar 1 ano e meio estudando antropologia na faculdade, eu estou tentando me policiar em relação a isso, mas ainda assim, eu julgo. Não consigo evitar. E continuo achando que é da natureza humana julgar, por que não gostemos...
*-*
19 de agosto de 2008
... eles não sabem os filhos que têm...
Momento revolt total por aqui...
Apesar de ter mudado o layout do blog para um todo girly, o post não corresponde...
Bom, ouvi por ae que eu não sou a única que vive com uma mãe que tem mania de jogar na cara o quanto ela gasta comigo, e o quão inútil eu sou porque eu não trabalho, só estudo...
Muito bem, vamos aos fatos:
*De todos os amigos que estão na mesma situação que eu, todos estão estudando em universidades públicas (as melhores do país!!!!) e são uns dos melhores alunos da turma.
*Sempre foram bons alunos, bons filhos, bons amigos... Fazem tudo o que seus pais pedem, ajudam em casa, não bebem, não fumam... Resumindo: são os filhos que todos os pais querem ter.. Menos os seus próprios...
No meu caso, desde pequena eu ouço minha mãe me comparar com as filhas das amigas, e sempre pensei que isso era uma baita de uma injustiça, porque se eu não era a filha perfeita, ela também nunca foi a mãe perfeita... Com o passar do tempo, cheguei a conclusão de que ela simplesmente não me dá valor, não importa o que eu faça. Quer um exemplo?!? Nunca cheguei em casa completamente bêbada, apesar de já ter tomado os meus porres, pra não deixa-la ver essa cena degradante... No entanto, no início do ano, a minha irmã não só ficou bêbada de cair, como ligou para a mamãe ir buscá-la na festa... E o que a minha mãe fez?! Foi, buscou, deu banho, botou pra dormir, e no dia seguinte.. Pergunta se deu uma bronca ou algo do gênero?! NADA!! Nadica de nada!! Até riu da situação... É pra ter raiva, né?!
E é sempre assim, em relação a minha irmã... Eu virei o lixo da família porque eu me matei durante 2 anos pra passar para uma faculdade pública, para ter um futuro tranquilo, com estabilidade financeira e não depender de ninguém. A minha irmã é a heroína, que está trabalhando, ganhando 700 reais por mês, independente... Que orgulho!! Mas é como uma aamiga minha me disse: "Hoje, 700 reais por mês é o máximo! Ela se sustenta... Mas amanhã, quando ela tiver 2 filhos pra criar e não tiver feito uma faculdade, esses 700 reais vão ser suficientes?!" É uma pena que a minha mãe não enxerge isso... Que não apóie a minha decisão... é um pena...
É uma pena que eu não aguente mais essa situação, que eu não queira mais ficar em casa... Que a convivência com a minha mãe e a minha irmã tornou-se insuportável... É uma pena que elas estejam me empurrando para longe, cada vez mais, e estejam abrindo um abismo entre nós... Porque o dia que eu sair daqui, eu não volto... Nunca mais...
3 de agosto de 2008
Sobre príncipes encantados, finais felizes e afins...
É fato: crescemos doutrinadas a acreditar em príncipes encantados! Lendo o blog de uma amiga esta semana, cheguei a esta conclusão... Mulher é um bicho meio estranho mesmo, sou obrigada a concordar com a maioria dos homens...
Não é pretensão demais nossa querermos um príncipe encantado? Será que somos mesmo princesas merecedoras de tal nobre criatura para nos salvar de nós mesmas?
Sei muito bem que não sou nenhuma Cinderela (já completei 16 anos há muito tempo e não caí em nenhum sono profundo...), ou Branca de Neve (mania de limpeza?! Não... NUNCA), ou muito menos Bela (talvez a parte de morar em um vilarejo seja quase verossímil)... Mas continuo me achando no direito de ter um príncipe encantado! Por que?
Por que começamos um relacionamento já com esta bagagem, com esta expectativa? Por que logo na primeira briga, desentendimento (ou a descoberta de uma mania horrível dele) nos faz pensar "acho que não era ele..." ou "talvez ele não seja o cara certo"? Não é muita maldade jogarmos esta carga toda em um homem que mal conhecemos? E querer que ele seja perfeito?
Boa parte de mim prefere culpar a sociedade por me fazer acreditar em príncipe encantado. Mas a outra parte, a racional, entende que na verdade eu tenho medo. Medo de me apaixonar, medo de me machucar... E que essa figura é o meu ponto de apoio, o meu parâmetro. O problema é: essa figura não existe. Príncipe encantado é para as princesas e contos da Disney.
Sim, é pretensão demais. E sim, é maldade demais com o pobre ser. Vamos colocar os pés no chão meninas: príncipe encantado uma ova! Vamos em busca de homens reais... que nos tratem como princesas, lógico!
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