Musiquinha da Madonna que já dá o tom de como eu estou ultimamente, né?! E se a próxima coisa boa não for tão boa assim?! Chegou a hora de contar a história do WildCat aqui.
Nos conhecemos numa baladinha, como eu já falei. Me xinguei de burra e muito mais quando não peguei o telefone dele ou o msn. Acontece que o destino deu uma mãozinha ao acaso e... Duas semanas depois nos esbarramos na mesma balada. Fofo, ele veio falar comigo, perguntou porque eu não o adicionei no orkut e.. Conversa vai, conversa vem, ficamos e trocamos contatos. Noite ótima!
Continuamos aquele flerte por msn na semana seguinte, e acabamos marcando de sair. Íamos a um barzinho, mas chegando lá ele lembrou que tinha jogo do Flamengo, e então fui eu, toda trabalhada no salto alto e vestido vermelho fatal para um botequim ver jogo. Tudo bem, teria ido para a lua com ele se ele tivesse pedido! =X Chegamos no botequim, e a irmã dele e os amigos também estavam lá. Confesso que fiquei brochada. O que era pra ser um programinha casalzinho, acabou se tornando um programa de galera. Mas gostei de conhecer a irmã dele. Ela fui super simpática comigo, e acabou me deixando em casa depois.
Não sou o tipo de menina que coloca pressão para encontros acontecerem, ou que acha que só porque saiu mais de uma vez vai acontecer algo... Até porque o Carnaval era uma semana depois e ele já tinha comentado que iria para Diamantina. Sumi do mapa! Mas fiquei com gostinho de quero mais. Em um belo sábado a noite, saí para o videokê com umas amigas da época de colégio e resolvi mandar sms para ele, como quem não quer nada. Não foi a minha surpresa quando ele não respondeu.
Porém, dois dias depois recebi uma sms de volta, dizendo que ele estava sem crédito. Há essa altura, eu já estava pensando: "Beleza, tah na minha rede!". Continuei o contato e acabamos saindo de novo naquela semana.. Para uma festinha de medicina dessa vez.
Se ninguém percebeu isso ainda, eu sou usuária acídua de tecnologia. Tenho blog, msn, orkut, facebook, twitter e não sei viver sem meu celular ou internet. Assim sendo, meus contatos com as pessoas normalmente variam entre um desses meios de comunicação, raramente uso o telefone, a não ser que seja o celular. E dessa forma, fui mantendo contato com o WildCat. Achava fofo como ele sempre me respondia, sempre me chamando de linda. Vamos combinar? Quando você tem um cara que é praticamente galãzinho na cidade, que parece com o Zac Effron (daí o apelido), te respondendo sms e te "dando moral" (como nós dizemos aqui no Rio), o ego agradece, né?!
O auge dessa comunicação toda foi no feriado passado. Depois de alguns desencontros, ele disse que não viajaria no feriado e que poderíamos fazer alguma coisa. Como eu estaria sozinha em casa, convidei-o para assistir filme e beber vinho. Minhas amigas também iriam, então não teria "perigo". Ele foi um fofo! Levou os filmes, levou sorvete de morango para mim (eu falei que amava sorvete de morango na 1ª vez que a gente ficou). Ficamos de casalzinho a noite inteira, e ele fazendo questão de conversar com as minhas amigas, super interagindo, sem o menor problema. Pensei: "hum, esse é um achado!".
Domingo a noite, mando eu uma sms pro WildCat e começam os sinais de problema: ele não respondeu. Mulher burra que sou, ignoro os sinais e penso: "ah! ele deve estar sem créditos!". Eu sabia, mas queria ignorar os fatos. Aquela boa e velha história: se isso te faz feliz, não pode ser tão ruim. Esperei a semana inteira, e nada dele responder. Ignorando o bom senso e os conselhos das minhas amigas, na 5ª feira eu mandei um sms dizendo que iria em uma festinha de medicina com tequila (eu sabia que ele adora tequila). E nada do sujeito responder. Pensava que pelo menos ele apareceria na festa. E nada!
Ontem fui ver meu orkut, e quem tinha fuxicado? O próprio! Fui fuxicar de volta (mania!!!) e deixar um recadinho e advinha o que eu encontro?! Não é que o PALHAÇO está namorando?! UMA semana depois de ter ido lá em casa e sido todo fofo?!?! É nessas horas que eu lembro da Roberta do HTP: é tudo palhaço mesmo! Nem pra ter a descência de me dizer que está namorando...
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5 de maio de 2010
2 de fevereiro de 2010
Cafa é cafa e ponto final.
Aparentemente são inofensivos, mas alguns cafas conseguem fazer um estrago em nossas vidas. Gatos, sabem o que uma mulher quer ouvir, são charmosos, têm um beijo gostoso, são atenciosos... Te fazem se sentir uma rainha! O problema? É que eles fazem isso com as outras também... Já perdi a conta de quantos cafas eu já conheci na vida, e a maioria se encaixa nesse perfil. São os homens perfeitos... Para uma noite só! Mais do que isso, é problema na certa.
Recentemente, uma amiga ficou com um cafa que eu já tinha ficado. Cheguei até a escrever sobre ele aqui, o médico. Do fundo do meu coração, não me importo com isso, até porque já aconteceu há muito tempo atrás... O que acontece é que a amiga caiu na mesma lábia que eu caí, mesmo sabendo o final da minha história.
Isso foi o suficiente para me fazer pensar. Nós reclamamos que eles são cafas, mas muitas vezes nos envolvemos com eles mesmo sabendo disso. Acho que é uma mistura de curiosidade com desafio. Teoricamente, sabemos que cafas não se apaixonam, mas pode acontecer, certo?! E se for para acontecer justamente com você?? Será que vale arriscar?
Gosto de me arriscar, mas também gosto de saber onde eu estou me metendo. Ultimamente, eu estou muito medrosa, confesso. Mas é pelo simples fato de querer tanto me apaixonar de novo, que eu temo me apaixonar por qualquer cafa bonitinho que me der alguma atenção. E então eu prefiro ficar com o pé no chão mesmo.
Quanto à amiga... Esbarramos com o médico em uma outra balada, e ele acabou ficando com outra menina. A minha amiga ficou arrasada, se sentindo o último biscoito do pacote. Falei que a culpa não era dela, que ele é que é assim mesmo... Não adiantou muito. Ela então concluiu que tinha que deixar para lá.. E foi aí que o "caso" teve um reviravolta inesperada: o médico ligou para ela no dia seguinte, e eles saíram de novo... Ainda não sei o que resultou disso, mas tenho meu palpite... Cafa é cafa e ponto final. Não há mulher no mundo que consiga mudar isso...
Recentemente, uma amiga ficou com um cafa que eu já tinha ficado. Cheguei até a escrever sobre ele aqui, o médico. Do fundo do meu coração, não me importo com isso, até porque já aconteceu há muito tempo atrás... O que acontece é que a amiga caiu na mesma lábia que eu caí, mesmo sabendo o final da minha história.
Isso foi o suficiente para me fazer pensar. Nós reclamamos que eles são cafas, mas muitas vezes nos envolvemos com eles mesmo sabendo disso. Acho que é uma mistura de curiosidade com desafio. Teoricamente, sabemos que cafas não se apaixonam, mas pode acontecer, certo?! E se for para acontecer justamente com você?? Será que vale arriscar?
Gosto de me arriscar, mas também gosto de saber onde eu estou me metendo. Ultimamente, eu estou muito medrosa, confesso. Mas é pelo simples fato de querer tanto me apaixonar de novo, que eu temo me apaixonar por qualquer cafa bonitinho que me der alguma atenção. E então eu prefiro ficar com o pé no chão mesmo.
Quanto à amiga... Esbarramos com o médico em uma outra balada, e ele acabou ficando com outra menina. A minha amiga ficou arrasada, se sentindo o último biscoito do pacote. Falei que a culpa não era dela, que ele é que é assim mesmo... Não adiantou muito. Ela então concluiu que tinha que deixar para lá.. E foi aí que o "caso" teve um reviravolta inesperada: o médico ligou para ela no dia seguinte, e eles saíram de novo... Ainda não sei o que resultou disso, mas tenho meu palpite... Cafa é cafa e ponto final. Não há mulher no mundo que consiga mudar isso...
13 de janeiro de 2010
Pegar o telefone dele ou não pegar: eis a questão!
Depois de uma breve ressaca pós ano novo, semana passada voltei à ativa. Não, não estou de férias, mas não resisto a uma baladinha de fim de semana. Estava com saudades de dançar, animada, embora as meninas estivessem desanimadas.
Noite de Ladies Free até meia-noite, tínhamos que chegar cedo porque com certeza ficaríamos um tempinho na fila. Dito e feito: mesmo chegando mais cedo do que o de costume, a ficamos na fila. Por mais que eu não goste de ficar esperando, o momento da fila é crucial. É onde se vê quem está entrando na boate, se tem alguém interessante, e no meu caso, é quando se fofoca com as meninas as últimas da semana, uma vez que elas são ocupadíssimas e só estão disponíveis no fim de semana mesmo.
Estávamos na fila quando eu avistei um belo exemplar masculino. Com cara de pirralho, sim, mas bonito... E como olhar não tira pedaço.. Entramos na boate e eis que eu o avisto perto do bar. Algumas trocas de olhares de leve, sorrisinho de lado, jogadinhas de cabelo... Estava me preparando para começar o jogo mesmo quando o vejo perto do bonde do short branco e abraçando uma das meninas.
(bonde do short branco = umas piriguetes que foram de short branco e camiseta preta para a boate. Nada contra short branco, porém, não acho roupa apropriada para noite...)
Isso foi um grande balde de água fria. Resolvi deixar pra lá e fomos para a pista de dança. Estávamos nos acabando ao som de Dangerous, do Akon, quando eu percebi que o gato estava de frente para mim. Continuei dançando como se nada tivesse acontecido. E foi então que eu o vi sorrindo. Olhei para trás discretamente para ver se não era com outra pessoa... E nada! Foi então que ele estendeu a mão para mim e ficou me olhando. Num impulso eu estiquei a mão e ele me puxou.
Veio com uma cantada fraca, mas original. Disse que o amigo dele duvidou que eu dava um beijo nele. Eu disse que não beijaria mesmo. Ele riu. Pediu desculpas. Se apresentou... Conversinha normal de boate, mas alguma coisa nele me chamou a atenção. Fomos para a área aberta da boate. Ficamos. Ele me disse que tinha 25, eu não acreditei. Ele era engraçado, divertido. A conversa fluía fácil.. Estudante de direito. Gostei do gato, confesso. Voltamos para a pista de dança. Ele ficou por perto. Depois disse que ia ao banheiro, achei que ia me dar um "perdido", mas voltou. Me abraçou e ficou assim um tempão... Fofo! Atencioso.
Como a noite estava chata para as meninas, elas quiseram ir embora. E como eu estava de carona... Tive que ir junto. Me despedi do gato várias vezes. Estava claro que eu não queria ir embora e que ele também não queria me deixar ir. E foi aqui que eu vacilei. Queria pedir o telefone dele, mas fiquei esperando ele pedir o meu, coisa que ele não fez.. Então eu passei o resto do fim de semana me xingando porque eu realmente gostei do gato.
O que me fez travar e não pedir o telefone dele foi medo. Medo do que ele pensaria de mim. Medo de estar forçando a barra. Medo de parecer muito desesperada. Mas pegar o telefone de um cara é mesmo motivo para tanta paranóia?
Perguntei para os meus amigos homens e eles disseram que acham legal quando é a mulher que toma a iniciativa... Mas eu me queimei feio as duas últimas vezes que resolvi tomar a iniciativa. E a minha pergunta permanece: quando é que você sabe se pode tomar a iniciativa ou não? Pois é.. Nessas horas que eu penso que deve ser difícil ser homem, considerando que nós sempre esperamos que eles tomem a iniciativa.
Sou a favor de arriscar mais uma vez, pois como diria a minha mãe: quem não arrisca não petisca. Portanto, a próxima vez que eu encontrar um gatinho com um bom papo na balada, eu crio coragem e pego o telefone dele.
Noite de Ladies Free até meia-noite, tínhamos que chegar cedo porque com certeza ficaríamos um tempinho na fila. Dito e feito: mesmo chegando mais cedo do que o de costume, a ficamos na fila. Por mais que eu não goste de ficar esperando, o momento da fila é crucial. É onde se vê quem está entrando na boate, se tem alguém interessante, e no meu caso, é quando se fofoca com as meninas as últimas da semana, uma vez que elas são ocupadíssimas e só estão disponíveis no fim de semana mesmo.
Estávamos na fila quando eu avistei um belo exemplar masculino. Com cara de pirralho, sim, mas bonito... E como olhar não tira pedaço.. Entramos na boate e eis que eu o avisto perto do bar. Algumas trocas de olhares de leve, sorrisinho de lado, jogadinhas de cabelo... Estava me preparando para começar o jogo mesmo quando o vejo perto do bonde do short branco e abraçando uma das meninas.
(bonde do short branco = umas piriguetes que foram de short branco e camiseta preta para a boate. Nada contra short branco, porém, não acho roupa apropriada para noite...)
Isso foi um grande balde de água fria. Resolvi deixar pra lá e fomos para a pista de dança. Estávamos nos acabando ao som de Dangerous, do Akon, quando eu percebi que o gato estava de frente para mim. Continuei dançando como se nada tivesse acontecido. E foi então que eu o vi sorrindo. Olhei para trás discretamente para ver se não era com outra pessoa... E nada! Foi então que ele estendeu a mão para mim e ficou me olhando. Num impulso eu estiquei a mão e ele me puxou.
Veio com uma cantada fraca, mas original. Disse que o amigo dele duvidou que eu dava um beijo nele. Eu disse que não beijaria mesmo. Ele riu. Pediu desculpas. Se apresentou... Conversinha normal de boate, mas alguma coisa nele me chamou a atenção. Fomos para a área aberta da boate. Ficamos. Ele me disse que tinha 25, eu não acreditei. Ele era engraçado, divertido. A conversa fluía fácil.. Estudante de direito. Gostei do gato, confesso. Voltamos para a pista de dança. Ele ficou por perto. Depois disse que ia ao banheiro, achei que ia me dar um "perdido", mas voltou. Me abraçou e ficou assim um tempão... Fofo! Atencioso.
Como a noite estava chata para as meninas, elas quiseram ir embora. E como eu estava de carona... Tive que ir junto. Me despedi do gato várias vezes. Estava claro que eu não queria ir embora e que ele também não queria me deixar ir. E foi aqui que eu vacilei. Queria pedir o telefone dele, mas fiquei esperando ele pedir o meu, coisa que ele não fez.. Então eu passei o resto do fim de semana me xingando porque eu realmente gostei do gato.
O que me fez travar e não pedir o telefone dele foi medo. Medo do que ele pensaria de mim. Medo de estar forçando a barra. Medo de parecer muito desesperada. Mas pegar o telefone de um cara é mesmo motivo para tanta paranóia?
Perguntei para os meus amigos homens e eles disseram que acham legal quando é a mulher que toma a iniciativa... Mas eu me queimei feio as duas últimas vezes que resolvi tomar a iniciativa. E a minha pergunta permanece: quando é que você sabe se pode tomar a iniciativa ou não? Pois é.. Nessas horas que eu penso que deve ser difícil ser homem, considerando que nós sempre esperamos que eles tomem a iniciativa.
Sou a favor de arriscar mais uma vez, pois como diria a minha mãe: quem não arrisca não petisca. Portanto, a próxima vez que eu encontrar um gatinho com um bom papo na balada, eu crio coragem e pego o telefone dele.
15 de julho de 2009
Medo de compromisso
A melhor parte de ser uma "neo-single" é ir para a balada com as amigas que também são "single" ou "neo-single". Junte três mulheres com vontade de fazer besteira e o que terá?! Diversão... MUITA diversão. Gargalhadas, cerveja, risadas, olhadas para alguns homens, foras em outros sem noção e afins.. O fim de semana perfeito!
No afã da curtição, me deparo com uma síndrome da "neo-single" moderna: o medo de compromisso. Doença que até então sempre foi atribuída a homens, o medo de compromisso tem contagiado cada vez mais mulheres. Seria isso uma inversão de papéis?
Numa balada, conhecemos inúmeras pessoas completamente diferentes de nós (ou não). Qual a probabilidade de você conhecer alguém que de fato valha à pena? Eu diria uma em um milhão. Mas e quando alguém acha que você é a pessoa que vale à pena? Dá medo, afinal das contas, você só foi para a balada com as amigas a fim de curtir!! Dá medo..
Uma mulher com medo de compromisso? Sim, por que não?! Medo, porque nós somos sensatas. Apesar de adorarmos a ideia de estar em um relacionamento, sabemos que ainda não é hora de nos envolvermos com alguém. Sabemos que essas coisas levam tempo, e que não adianta conhecer o homem mais fofo do mundo se não estamos preparadas para ele. Sabemos que não adianta querer comprometer o corpo quando o coração ainda quer ser solto (ou vice-versa). Medo de compromisso porque somos "neo-single" e precisamos de um tempo para explorar esse novo estado civil.
No afã da curtição, me deparo com uma síndrome da "neo-single" moderna: o medo de compromisso. Doença que até então sempre foi atribuída a homens, o medo de compromisso tem contagiado cada vez mais mulheres. Seria isso uma inversão de papéis?
Numa balada, conhecemos inúmeras pessoas completamente diferentes de nós (ou não). Qual a probabilidade de você conhecer alguém que de fato valha à pena? Eu diria uma em um milhão. Mas e quando alguém acha que você é a pessoa que vale à pena? Dá medo, afinal das contas, você só foi para a balada com as amigas a fim de curtir!! Dá medo..
Uma mulher com medo de compromisso? Sim, por que não?! Medo, porque nós somos sensatas. Apesar de adorarmos a ideia de estar em um relacionamento, sabemos que ainda não é hora de nos envolvermos com alguém. Sabemos que essas coisas levam tempo, e que não adianta conhecer o homem mais fofo do mundo se não estamos preparadas para ele. Sabemos que não adianta querer comprometer o corpo quando o coração ainda quer ser solto (ou vice-versa). Medo de compromisso porque somos "neo-single" e precisamos de um tempo para explorar esse novo estado civil.
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balada,
compromisso,
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neo-single
5 de julho de 2009
A culpa não é só deles!
Longe de mim querer defender os homens mas...
Eu acho que as maiores culpadas dos homens serem babacas e idiotas do jeito que são somos nós mesmas, as mulheres! Somos tão babacas e idiotas quanto eles, e o pior: eles sabem disso!
Ontem o garotão me mandou uma mensagem no celular.. Perguntou se eu não queria fugir do trabalho mais cedo com ele.. Fofo, né?! Pois é.. Mas eu na verdade queria fugir do trabalho mais cedo com o médico.. Resultado?! Não respondi ao garotão e mandei uma mensagem para o médico me encontrar no Tamboatá...
Cheguei no Tamboatá com as amigas, e fiquei na ansiedade só esperando o médico... E nada! Resultado? Fiquei sozinha na balada porque não quis quem me queria e para piorar a situação, em um momento master carente, acabei mandando uma mensagem para o meu hippie... *-*
Olha, eu vou ser bem sincera: não me arrependo! Fiz tudo exatamente como eu queria, mas o resultado não foi como eu esperava... Mas a culpa é minha, eu tenho que arcar com as consequências disso.. É por isso que eu destesto quando as minhas amigas me pegam de consciência. Eu não sou o tipo de pessoa que diz não quando na verdade é um SIM gigantesco. Eu faço o que eu quero, mesmo que eu pague de carente de vez em quando..
O meu médico foi um idiota comigo?! Foi! Porque ele me deu um bolo.. Mas eu também fui uma idiota com o meu garotão...
Eu acho que as maiores culpadas dos homens serem babacas e idiotas do jeito que são somos nós mesmas, as mulheres! Somos tão babacas e idiotas quanto eles, e o pior: eles sabem disso!
Ontem o garotão me mandou uma mensagem no celular.. Perguntou se eu não queria fugir do trabalho mais cedo com ele.. Fofo, né?! Pois é.. Mas eu na verdade queria fugir do trabalho mais cedo com o médico.. Resultado?! Não respondi ao garotão e mandei uma mensagem para o médico me encontrar no Tamboatá...
Cheguei no Tamboatá com as amigas, e fiquei na ansiedade só esperando o médico... E nada! Resultado? Fiquei sozinha na balada porque não quis quem me queria e para piorar a situação, em um momento master carente, acabei mandando uma mensagem para o meu hippie... *-*
Olha, eu vou ser bem sincera: não me arrependo! Fiz tudo exatamente como eu queria, mas o resultado não foi como eu esperava... Mas a culpa é minha, eu tenho que arcar com as consequências disso.. É por isso que eu destesto quando as minhas amigas me pegam de consciência. Eu não sou o tipo de pessoa que diz não quando na verdade é um SIM gigantesco. Eu faço o que eu quero, mesmo que eu pague de carente de vez em quando..
O meu médico foi um idiota comigo?! Foi! Porque ele me deu um bolo.. Mas eu também fui uma idiota com o meu garotão...
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