6 de julho de 2010
Das perguntas cretinas ou guerra dos sexos
O fato é que eu acho muito precipitado dar uma resposta definitiva. Me conheço bem e sei que uma das minhas maiores características é mudar de opinião. Então, como eu vou ser taxativa? Como responder uma coisa e ponto: nunca mais pensar naquilo? Se querem saber, o meu autoquestionamento é o que me move!
A pergunta cretina que originou esse post é: "quem se apaixona primeiro: o homem ou a mulher?". O Amante (meu calouro desse ano S2) tem um blog bastante legal, e fez essa pergunta em forma de enquete. Conversamos bastante sobre o assunto e chegamos a conclusão de que cada um responde a essa pergunta de acordo com as sua experiências pessoais. Então, vamos às minhas...
Eu acredito que os homens se apaixonam primeiro, no entanto, nós mulheres (por sermos viciadas em romance) admitimos primeiro. O problema desse nosso vício é que acabamos confundindo corrente de ar com frio na barriga e pronto: lá estamos nós jurando amor eterno... Acontece que normalmente quem dá o primeiro passo são eles (falem o que for, mas ainda vivemos numa sociedade machista e ainda é assim sim!), e quem escolhe manter o contato também. Minhas últimas experiências com cafas e afins me levam a crer que o contato só continua se há um interesse legítimo masculino. Com isso, eles já abrem uma brecha para algo mais, e de certa maneira, já deixam a guarda baixa (pelo menos um pouquinho). E como paixão é coisa que acontece e não se explica.. Pronto! Aí está o bobo já apaixonado por você... Mesmo que ele continue com aquele papo de "amor livre", de que não quer compromisso.
Repito que tudo o que eu digo aqui não é ciência exata: a maioria das coisas é "achômetro" puro. Comigo foi assim nas últimas vezes: ele se apaixonou primeiro, mas eu admiti antes. De certa maneira, acho mais fácil assim. Boba que eu sou, não sei me apaixonar sem me jogar.. E é muito melhor se jogar quando pelo menos se desconfia que vai ter alguém lá embaixo para te segurar...
8 de março de 2010
The first step is the deepest...
Queridas, hoje é o Dia Internacional da Mulher! Parabéns a todas nós, guerreiras, batalhadoras, lutadoras, sonhadoras, conquistadoras... Mães, amigas, irmãs, filhas, sobrinhas, primas... Loiras, morenas, ruivas... É fato: fazemos tudo o que um homem pode fazer, e ainda muito mais elegante com salto alto!! hehehehe... E não desistimos. Nunca! Sim, o primeiro passo é sempre o mais difícil, mas mesmo assim, sempre encontramos força em algum lugar para dá-lo.
Deixo uma pequena homenagem da forma de poema a nós, mulheres! Não sei de quem é autoria desse poema (e se alguém souber, por favor me diga para eu creditá-lo devidamente), mas o recebi por email.
Que mulher nunca teve
Um sutiã meio furado.
Um primo meio tarado.
Ou um amigo meio viado?
Que mulher nunca tomou
Um fora de querer sumir.
Um porre de cair.
Ou um lexotan para dormir?
Que mulher nunca sonhou
Com a sogra morta, estendida.
Em ser muito feliz na vida.
Ou com uma lipo na barriga?
Que mulher nunca pensou
Em dar fim numa panela.
Jogar os filhos pela janela.
Ou que a culpa era toda dela?
Que mulher nunca penou
Para ter a perna depilada.
Para aturar uma empregada.
Ou para trabalhar menstruada?
Que mulher nunca comeu
Uma caixa de Bis, por ansiedade.
Uma alface, no almoço, por vaidade.
Ou, um canalha por saudade?
Que mulher nunca apertou
O pé no sapato para caber.
A barriga para emagrecer.
Ou um ursinho para não enlouquecer?
Que mulher nunca jurou
Que não estava ao telefone.
Que não pensa em silicone.
Ou que “dele” não lembra nem o nome?
PS: faço 1 ano de solteirice hoje! hehehe.. parabéns para mim duplamente... (e isso é papo para o próximo post!)
11 de agosto de 2009
Ele não está tão a fim de você...
Me vejo obrigada a concordar com os homens quando eles afirmam que nós somos estranhas e difíceis de compreender. Tudo bem que eles não são fontes confiáveis, pois têm apenas dois neurônios e eles se dividem entre a cabeça de cima (que normalmente está de férias) e a cabeça de baixo... Mas chegam a ser patéticas as coisas que inventamos para nós mesmas apenas para não admitir a verdade: ele simplesmente não está a fim de você.
Também sou obrigada a nos defender: a culpa não é só nossa. Dar o fora em alguém exige uma coragem enorme, coisa que homens definitivamente não têm. Então ao invés de no final da noite deixar claro que não vai rolar mais nada, ele pega o seu telefone, te deixando com a esperança de que um dia ele vai ligar. Ao invés de deixar claro que foi só uma noite de sexo, ele diz que vai te ligar no dia seguinte. E por que eles fazem isso?! Por dois motivos: 1. eles não tem colhões o suficiente para dar o fora em alguém; 2. eles não querem "fechar uma porta". E por "fechar uma porta" eu quero dizer: "eles não querem perder uma foda garantida".
Porém, a maior verdade é que nós somos viciadas em romance e em drama. E isso eu concluí com ajuda do filme, confesso. Sim, gostamos de sentir frio na barriga e de ficar pensando em alguém. Nos torturamos perguntando se ele vai ligar, quando às vezes nem gostamos de ter ficado com ele. Sofremos se ele não liga, ou se passa na rua e finge que não te conhece, mas às vezes nem lembramos o nome dele. Fazemos drama quando descobrimos que ele tem namorada, mas no fundo no fundo nós já sabíamos.
Talvez nós até possamos admitir que ele não está a fim, mas não sem antes teatralizar a situação. E amamos a ideia de estarmos apaixonadas. E mais ainda o drama...
